Como saber se tenho diabetes?

Vem crescendo o número de pessoas que adquirem diabetes no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial  de Saúde (OMS) já são 422 milhões de pessoas com diabetes em todo o mundo. No Brasil cerca de 8,9% das pessoas possuem a doença, segundo pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde. Os fatores de risco inclui, envelhecimento, obesidade, alimentação inadequada, sedentarismo, além da predisposição genética (DNA) de adquirir a doença.

Para saber se tem diabetes é necessário uma consulta com um clinico geral ou endocrinologista, onde será solicitado exames de sangue. A melhor maneira para descobrir se tem diabetes é através do exame de sangue de laboratório, feito em jejum. O exame de sangue é mais eficiente e recomendado para descobrir a doença, onde o valor em jejum normal é de até 99mg/dl, pré diabético entre 100 a 125mg/dl, e considerado diabetes acima de 126mg/dl.

A diabetes é uma doença silenciosa que na maioria das vezes não mostra sintomas, principalmente para diabéticos tipo 2 que acabam descobrindo a doença tardiamente, quando as complicações começam a aparecer.

Para diabéticos tipo 1, os sintomas são mais evidentes, como a perda de peso rápido, urina constante, muita sede e fome.

Para quem não controla a doença podem surgir algumas complicações, dentre elas, as cardiovasculares, neuropatia diabética (dores, formigamento e perda de sensibilidade nos membros inferiores), que acomete principalmente o pé, causando feridas e pode até levar a amputação do mesmo, nefropatia (rins), retinopatia (problemas na visão que podem levar a sua perda total ou parcial).

Se você é pré-diabético pode afastar a doença tomando algumas atitudes, tais como, fazer uma reeducação alimentar, evitar o açúcar, consumir mais frutas e verduras, cereais integrais, fazer alguma atividade física, são bons exemplos que valem também para quem já possui diabetes.

Se você descobriu a doença a pouco tempo, não se desespere e procure ajuda médica, siga as orientações recomendadas que poderá ter uma vida com normal. A família também é importante para compreender a doença e apoiar quem sofre com ela. Em alguns casos, especialmente crianças e adolescentes, um psicólogo pode ser necessário para ajudar na aceitação da doença e conviver bem com ela.

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